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Pesquisa aponta que Teresina tem mais de 160 mil pessoas com anticorpos contra a Covid-19

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O número de pessoas com anticorpos contra o novo Coronavírus em Teresina é de 160.429, entre quem está com infecção remota e intermediária, segundo a 21ª Pesquisa de Investigação Sorológica realizada entre 23 e 25 de outubro. O levantamento foi apresentado pelo prefeito Firmino Filho na manhã desta quarta-feira (28) durante videoconferência. Ele falou sobre a estabilidade nos atendimentos a síndromes gripais e da queda de óbitos decorrentes da Covid-19 na capital.

“A quantidade de pessoas com o vírus ativo e na fase de contágio em Teresina é de 23.091. Ou seja, para cada indivíduo infectante existem oito com anticorpos contra o novo Coronavírus, que acabam formando uma espécie de barreira que impede a doença de se espalhar”, destacou o prefeito.

Considerando o volume de testes realizados pela Prefeitura, a subnotificação de casos também caiu de forma significativa e o número de pessoas com o vírus identificado pela pesquisa é cinco vezes maior que os 36.063 casos confirmados oficialmente pelo Centro de Operações de Emergência (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS) no momento da coleta dos dados. Nesta etapa da sondagem, as zonas Leste e Sul empatam com o maior percentual de casos, apresentando 29% de pessoas infectadas com o Coronavírus. Em seguida, também empatadas, aparecem as as zonas Norte e Sudeste, com 21% dos casos.

A faixa etária de 15 a 24 anos foi a mais infectada com o novo Coronavírus e apresentou 38% dos casos. Em seguida aparecem as idades entre 25 a 34 anos e acima de 70 anos, com 25% e 13% dos casos, respectivamente. As faixas etárias de 35 a 44 e 45 a 54 anos registraram 8% dos casos. Por último, pessoas com idade entre 0 a 14 e 55 a 69 anos representam 4% dos casos positivos para a Covid-19.

Durante a videoconferência, o prefeito também apresentou dados do Painel Covid-19 e ressaltou que o número de atendimentos a sintomas gripais leves e graves mostram estabilidade, enquanto a quantidade de óbitos registrados caiu consideravelmente. “Qualquer oscilação inferior a 15% é considerada estável. A média móvel dos últimos 14 dias mostra uma queda de 56,52% na quantidade de óbitos. Já com relação aos atendimentos a Síndromes Respiratória Aguda Grave (SRAG), os números estão estáveis nos últimos meses, tendo registrado uma queda de aproximadamente 73% se comparado com o pico da doença”.

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