Viver e sobreviver: A Luta pela saúde mental na comunidade LGBTQIAPN+
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Quando seus pais descobriram sua orientação sexual, a reação foi avassaladora: “Meu pai bateu no meu rosto, gritou, me chamou de ‘bicha’ e disse que a partir daquele momento eu não era mais filho dele, porque ele não tinha gerado aberação humana”, contou. Expulso de casa aos 17 anos, Rafael chegou a dormir em um terminal de ônibus por três noites e até mesmo a mãe foi proibida de ajudá-lo.


