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Como escolher a profissão certa? 

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A escolha pode estar na sala de aula, afirma especialista
Reportagem/Juliana Castelo
Escolher a carreira certa é um desafio e tanto, certo? Com tantas opções disponíveis e um mercado de trabalho que muda o tempo todo, é até normal se sentir perdido antes da grande decisão. Nessa hora, toda ajuda conta: livros, revistas, conselhos de quem já está no mercado de trabalho e claro, as escolas: tudo exerce um papel muito importante na hora de ajudar os alunos a entenderem suas habilidades, interesses e o que realmente querem para o futuro.
Durante o Ensino Médio, a vida escolar vai muito além da rotina em que os professores passam conteúdos e os alunos aprendem. Os docentes também têm um papel fundamental no processo de autoconhecimento dos jovens. “Um aluno que quer construir uma carreira na área da saúde, por exemplo, vai ter um interesse maior por disciplinas afins a essa área. Aquele aluno que quer a área de Ciências Humanas debate mais nas salas, por exemplo. Então, a partir da dinâmica das aulas, os próprios professores conduzem esse processo de autoconhecimento para que o aluno possa perceber quais são suas afinidades e suas maiores habilidades”, explica a diretora pedagógica do Colégio e Pré-vestibular Audaz, Helen Almeida.
As escolas também podem incentivar estágios e vivências práticas fora do ambiente escolar. “Temos, por exemplo, aula em campo, visita ao planetário, a laboratórios científicos. Tudo isso vai ajudar o aluno a entender como é a prática de determinadas profissões com a aplicabilidade dos conteúdos. Além, obviamente, de promover situações de discussão em sala de aula”, explica Helen.
ORIENTAÇÃO
Oferecer programas de orientação vocacional também faz toda a diferença para refletir e tomar decisões de carreira. “Trazer profissionais que atuam nas diferentes áreas para conversar com os alunos sobre toda a profissão é muito importante. Falar um pouquinho dessa realidade, do que é mais legal, do que traz obstáculos, do que traz desafios, ajuda um pouco os alunos a perceberem todas as nuances de uma atuação profissional que, às vezes, nessa idade, ficam só no mundo idealizado”, afirma a diretora.
E nada de deixar de lado o apoio emocional. Muitas vezes, os alunos se sentem pressionados a escolher uma carreira rapidamente, o que pode gerar ansiedade. “Sempre reforçamos com nossos alunos que essa pressão não é definidora do resto da vida. Conversamos muito sobre as características do mundo atual, de possibilidades de transições de carreira que hoje ocorrem com muita facilidade e com as pessoas cada vez mais jovens, o que antes não existia. Por isso, a escolha profissional é a daquele momento: pode ser que ela persista ou que se modifique”, finaliza a profissional.
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