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Viroses em alta: dá para tratar sem sair de casa

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Reportagem/Juliana Castelo
Mudança de clima, ambientes fechados e volta à rotina escolar criam o cenário ideal para o aumento das viroses respiratórias e gastrointestinais, especialmente entre as crianças. Febre, coriza, tosse, dor no corpo, diarreia e mal-estar são sintomas comuns nesse período e costumam gerar preocupação imediata nas famílias. No entanto, diante dos primeiros sinais, a decisão mais segura nem sempre é correr para uma unidade de saúde. Em muitos casos, o cuidado começa e se resolve em casa, com orientação médica adequada.
Pedro Italo Oliveira Gomes, médico infectologista da Hapvida, reforça que a maioria das viroses é autolimitada e pode ser acompanhada com segurança por meio de teleconsulta. “A avaliação remota permite que o profissional analise os sintomas, acesse o histórico do paciente pelo prontuário integrado e oriente sobre hidratação, controle da febre, repouso e sinais de alerta, sem que seja necessário sair de casa”, destaca. ]
O profissional destaca que, em períodos de maior circulação viral, deslocamentos desnecessários aumentam a exposição e contribuem para aglomerações, podendo até impactar quem realmente precisa de assistência imediata. “A ida presencial ao hospital deve ser um recurso utilizado quando há risco ou agravamento do quadro”, reforça o infectologista.
Ele ressalta que quadros com febre moderada que respondem a antitérmicos, coriza, tosse leve, dor de garganta, episódios isolados de vômito ou diarreia, sem sinais de desidratação, geralmente podem ser conduzidos inicialmente de forma remota através da teleconsulta, sem a necessidade de atendimento presencial. “O hospital deve ser procurado quando surgirem sinais de alerta, como dificuldade para respirar, respiração muito acelerada, febre persistente por mais de 72 horas ou que não melhora com medicação, prostração intensa, convulsões, sinais claros de desidratação, boca seca, ausência de lágrimas ao chorar, redução importante da urina ou incapacidade de ingerir líquidos”, orienta. As populações de risco, como gestantes, pessoas idosas, crianças menores de seis meses e indivíduos imunossuprimidos, devem manter atenção à evolução dos sintomas,  já que apresentam maior risco de agravamento do quadro e podem ter indicação para uso de antivirais específicos.
TELEATENDIMENTO
Com estrutura integrada em todo o país, a Hapvida disponibiliza teleatendimento ágil e seguro, garantindo continuidade do cuidado e direcionamento correto quando há necessidade de avaliação presencial. Em tempos de virose, a escolha mais responsável pode ser também a mais simples: buscar orientação médica virtual antes de sair de casa. A teleconsulta é realizada por videochamada ou ligação, em ambiente digital seguro, com identificação do paciente e acesso do médico ao prontuário eletrônico integrado. Durante o atendimento, o profissional coleta informações clínicas, avalia sintomas, orienta condutas, prescreve medicamentos quando necessário (com receita digital válida em todo o país) e define sinais de alerta para reavaliação ou encaminhamento presencial.
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