Maranhão tem pedreira na Superliga

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Maranhão Vôlei

Maranhão Vôlei volta às quadras depois de um pequeno recesso de fim de ano. A equipe maranhense retoma os duelos pela Superliga nesta terça-feira, diante do Osasco, fora de casa, às 18h30 (horário de Brasília), no Ginásio José Liberatti.

O Maranhão Vôlei tenta iniciar uma nova fase na competição. No primeiro turno, a equipe só conseguiu uma vitória em 12 jogos e somou apenas cinco pontos. Caso ainda pense em classificação para os playoffs, a equipe precisa de uma campanha bem superior em relação ao 1º turno.

 – Será um jogo difícil. Esse recesso não é muito bom porque acabamos perdendo o ritmo de jogo. Nós treinamos, mas jogo é diferente de treino. Apesar disso, vamos jogar nossas vidas contra o Osasco para tentar vencer. Mesmo com um adversário forte assim, o jogo é dentro de quadra e vamos entrar para vencer, claro que respeitando a equipe do Osasco – disse o técnico Chicão.

A diferença entre o MV e o atual oitavo colocado, São Caetano-SP, é de dez pontos. Uma sequência de bons resultados pode colocar a equipe de novo na briga por uma vaga entre as oito melhores equipes.

O Maranhão Vôlei está na 12ª posição e o último jogo das maranhenses, ainda em 2014, foi no dia 21 de dezembro, fora de casa, quando as meninas foram derrotadas por 3 a 0 para o Praia Clube-MG.

Nas próximas três rodadas, o MV enfrenta a três primeiras colocadas e favoritas ao título. Após enfrentar o Osasco, o Maranhão recebe o Sesi-SP, atual vice-líder, e depois viaja para enfrentar o Rio de Janeiro (RJ), líder da competição.

As adversárias

A equipe paulista sofreu apenas duas derrotas até o momento e ocupa a terceira posição, seis pontos atrás do líder e invicto, o Rio de Janeiro. A pretensão da equipe paulista é terminar a fase de classificação na melhor posição possível pensando nas vantagens nos confrontos de mata-mata.

O elenco do Osasco é repleto de jogadoras da Seleção Brasileira como a levantadora Dani Lins, as centrais Thaisa e Adenízia, a líbero Camila Brait e a oposta Gabi.

Os ingressos para a partida estão sendo vendidos no próprio Ginásio Castelinho por R$10 (arquibancada) e R$30 (cadeira).

Fonte: Veja Timon

Imagem: Divulgação

Via: GE

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O Maranhão Vôlei tenta iniciar uma nova fase na competição. No primeiro turno, a equipe só conseguiu uma vitória em 12 jogos e somou apenas cinco pontos. Caso ainda pense em classificação para os playoffs, a equipe precisa de uma campanha bem superior em relação ao 1º turno.

 - Será um jogo difícil. Esse recesso não é muito bom porque acabamos perdendo o ritmo de jogo. Nós treinamos, mas jogo é diferente de treino. Apesar disso, vamos jogar nossas vidas contra o Osasco para tentar vencer. Mesmo com um adversário forte assim, o jogo é dentro de quadra e vamos entrar para vencer, claro que respeitando a equipe do Osasco - disse o técnico Chicão.

A diferença entre o MV e o atual oitavo colocado, São Caetano-SP, é de dez pontos. Uma sequência de bons resultados pode colocar a equipe de novo na briga por uma vaga entre as oito melhores equipes.

O Maranhão Vôlei está na 12ª posição e o último jogo das maranhenses, ainda em 2014, foi no dia 21 de dezembro, fora de casa, quando as meninas foram derrotadas por 3 a 0 para o Praia Clube-MG.

Nas próximas três rodadas, o MV enfrenta a três primeiras colocadas e favoritas ao título. Após enfrentar o Osasco, o Maranhão recebe o Sesi-SP, atual vice-líder, e depois viaja para enfrentar o Rio de Janeiro (RJ), líder da competição.

As adversárias

A equipe paulista sofreu apenas duas derrotas até o momento e ocupa a terceira posição, seis pontos atrás do líder e invicto, o Rio de Janeiro. A pretensão da equipe paulista é terminar a fase de classificação na melhor posição possível pensando nas vantagens nos confrontos de mata-mata.

O elenco do Osasco é repleto de jogadoras da Seleção Brasileira como a levantadora Dani Lins, as centrais Thaisa e Adenízia, a líbero Camila Brait e a oposta Gabi.

Os ingressos para a partida estão sendo vendidos no próprio Ginásio Castelinho por R$10 (arquibancada) e R$30 (cadeira).

Fonte: Veja Timon

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