Acusado de intermediar propina deve depor hoje à PF

spot_img
Compartilhe:

fachada-petrobras-sede  Um dos investigados na nona fase da Operação Lava Jato deve prestar depoimento  hoje (9) na Superintendência da Polícia Federal em Curititiba. Mário Frederico Mendonça Goes se entregou ontem (8) à PF e deve ser interrogado pelos delegados sobre as acusações de intermediar, por meio da empresa Arxo Industrial, o pagamento de propina na obtenção de contratos com a Petrobras. Ele estava foragido desde quinta-feira (5), quando teve prisão decretada, mas não foi encontrado em seu endereço no Rio de Janeiro.

Segundo o Ministério Público Federal, Goes operava um esquema de corrupção na Petrobras usando a mesma forma de atuação do doleiro Alberto Youssef e do empresário Fernando Baiano: recolhendo propina de empresas privadas para agentes da estatal e ocultando a origem dos recursos.

De acordo com os investigadores, Gilson João Pereira e João Gualberto Pereira, sócios da Arxo, e Sergio Ambrosio Marçaneiro, diretor financeiro, pagavam propina para obter contratos com a BR Distribuidora. Todos estão presos na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Os pagamentos ocorreriam em contratos com a BR Aviation, empresa da Petrobras especializada no abastecimento de aeronaves. A Arxo vende tanques de combustíveis e caminhões-tanque.

Segundo o advogado Leonardo Pereima, os sócios da empresa nunca pagaram propina para a Petrobras e não tiveram contato com o ex-gerente da estatal Pedro Barusco e com o ex-diretor de Serviços Renato Duque. Para a defesa, as acusações decorrem apenas de vingança da ex-funcionária do Departamento Financeiro, demitida por desviar cerca de R$ 1 milhão.

 

Edição: Veja Timon

Via: Agência Brasil

Compartilhe:
Veja Timon
Veja Timonhttps://vejatimon.com
O Veja Timon foi desenvolvido para suprir os timonenses com informações de um modo geral, onde a política não venha ser o foco central. Um site diversificado e imparcial, trabalhamos para levar um conteúdo de relevância para cidade. Veja Timon - Junto Com o Povo

Talvez você queira ler também

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Propaganda

Relacionados

- Propaganda -spot_img
- Propaganda -spot_img

Últimas

Rafael inicia campanha com centenas de veículos adesivados em Timon

O deputado Rafael iniciou a campanha para deputado estadual, visando o retorno à Assembleia Legislativa, na manhã desta terça, 16, na sede do Partido...

Candidatos a cargos proporcionais com base em Timon intensificam agenda visual em primeiro dia de campanha

Veja como está agenda dos candidatos a deputado federal e estadual com base política na cidade de Timon no primeiro dia de campanha. Os nomes...

Em terceiro lugar e fora da disputa num segundo turno, Weverton Rocha vai rever estratégia

Pesquisas apontam que o senador disputa a segunda posição com Lahesio Bonfim. O senador Weverton Rocha, candidato a governador do Maranhão, pelo PDT, deverá, a...
fachada-petrobras-sede  Um dos investigados na nona fase da Operação Lava Jato deve prestar depoimento  hoje (9) na Superintendência da Polícia Federal em Curititiba. Mário Frederico Mendonça Goes se entregou ontem (8) à PF e deve ser interrogado pelos delegados sobre as acusações de intermediar, por meio da empresa Arxo Industrial, o pagamento de propina na obtenção de contratos com a Petrobras. Ele estava foragido desde quinta-feira (5), quando teve prisão decretada, mas não foi encontrado em seu endereço no Rio de Janeiro. Segundo o Ministério Público Federal, Goes operava um esquema de corrupção na Petrobras usando a mesma forma de atuação do doleiro Alberto Youssef e do empresário Fernando Baiano: recolhendo propina de empresas privadas para agentes da estatal e ocultando a origem dos recursos. De acordo com os investigadores, Gilson João Pereira e João Gualberto Pereira, sócios da Arxo, e Sergio Ambrosio Marçaneiro, diretor financeiro, pagavam propina para obter contratos com a BR Distribuidora. Todos estão presos na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Os pagamentos ocorreriam em contratos com a BR Aviation, empresa da Petrobras especializada no abastecimento de aeronaves. A Arxo vende tanques de combustíveis e caminhões-tanque. Segundo o advogado Leonardo Pereima, os sócios da empresa nunca pagaram propina para a Petrobras e não tiveram contato com o ex-gerente da estatal Pedro Barusco e com o ex-diretor de Serviços Renato Duque. Para a defesa, as acusações decorrem apenas de vingança da ex-funcionária do Departamento Financeiro, demitida por desviar cerca de R$ 1 milhão.   Edição: Veja Timon Via: Agência Brasil