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No Dia Internacional da Dança, bailarina piauiense conta como a Dança do Ventre transformou sua vida

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No Dia Internacional da Dança, 29 de abril, a bailarina piauiense Ana Paula Azevedo conta um pouco de sua história. Ela, que iniciou sua carreira no Balé Clássico e teve experiência com Jazz, Dança Contemporânea e Dança de Salão, se apaixonou pela Dança do Ventre, estilo ao qual se dedica há cerca de 20 anos.
“Meu primeiro contato com Dança do Ventre foi através da minha irmã mais nova. Já praticávamos outra modalidade de dança quando abriu uma turma de Dança do Ventre no mesmo local e ela foi. Inicialmente, eu não me interessei, mas quando ela chegou empolgada em casa, com seus adereços de aulas, umas duas aulas depois eu estava dançando com ela. E, em janeiro de 2002, iniciamos nossa jornada juntas. No meio do caminho, ela resolveu parar com as aulas, priorizando outras práticas relacionadas à música, e eu continuei. E assim vão-se 22 anos como praticante de Dança do Ventre”, detalha.

Ana Paula conta que viu a dança se tornar parte essencial da mulher que é hoje. “A dança me tornou uma menina corajosa e uma mulher obstinada, dona dos meus sonhos e consciente que conquistar é uma questão de tentativas. Aprendi a ser mais paciente com o que acontece ao meu redor e mais carinhosa comigo mesma, e com os outros, mesmo sendo ainda bem perfeccionista e exigente com tudo que faço. A dança faz parte da minha vida, foi a profissão que me escolheu, me fez crescer como pessoa, e eu sou apaixonada pela dança, porque além de tudo eu acredito no poder de transformação que ela tem, pois vejo isso diariamente dentro da minha sala de aula”, revela.

A bailarina, hoje professora, pontua que os benefícios da Dança do Ventre vão além do físico, chegam ao emocional. “Muitas mulheres escolhem a Dança do Ventre, em meio a tantas outras danças, primeiramente pelo encanto e beleza que essa dança emana, e depois por motivos distintos como: auxílio no combate à depressão e ansiedade, para fazer algo prazeroso em benefício próprio e que as deixem felizes, em busca do reencontro consigo mesmas através do resgate da autoestima e do autoconhecimento que a dança proporciona, entre inúmeros outros motivos”, destaca.

Sobre os aspectos físicos das aulas de Dança do Ventre, Ana Paula Azevedo destaca que elas promovem melhor alongamento, condicionamento físico e fortalecimento muscular proporcionais à prática, além da correção de hábitos posturais irregulares, perda de calorias, melhora a circulação sanguínea, trabalha a coordenação motora, entre outros benefícios, atuando, também, diretamente no despertar mais consciente das inteligências corporal cinestésica, musical, espacial, interpessoal e intrapessoal.

“A dança nos pede delicadeza em alguns momentos, já em outros, mais intensidade. Pede atenção, dedicação, compromisso conosco, com nossas colegas e professora para que possamos desenvolver uma boa dança e, com isso, ganhamos autoconfiança, consciência corporal, autoestima, acabamos trabalhando a timidez e a nossa expressão, seja ela facial ou corporal. A Dança do Ventre é um mundo inteiro além do que estamos habituados a pensar, ela está de braços abertos para nos receber repleta de beleza, encantos, aprendizado e estudo constantes”, finaliza.

Sobre Ana Paula Azevedo

Ana Paula Azevedo iniciou seus estudos de Dança Oriental Árabe em 2002 e, desde então, teve aulas com professores renomados nacionalmente e internacionalmente, entre eles Lulu Brasil, Nur, Kahina, Jade el Jabel, Aziza, Jorge Sabongi, Amara, Ísis, Solange Costa, Carlla Sillveira, Mahaila el Helwa, Tarik, Marcio Mansur, Esmeralda Colabone, Nahla Morani – Brasil, Tufic Nabak – Líbano, Saída, Maestro Mário Kírlis, Amir Thaleb, David Abrahan e Nur Zahira – Argentina, Soraia Zaied – bailarina brasileira de maior sucesso no Egito, Alika – Espanha, Mohamad Kazafy, Yousry Sharif, Randa Kamel, Gamal Seif e Khaled Seif– Egito, Jillina – EUA, Mercedes Nieto – Hungria, entre outros.

Em 2008, Ana Paula Azevedo fundou o Studio Raks de Dança Árabe, ano em que também lançou o evento “Noite Árabe” em parceria com o Teresina Shopping, considerado por praticantes da dança, profissionais renomados da área, pela mídia local e nacional especializada, como o maior evento e divulgador da Dança Árabe do Piauí.

Atualmente, é aluna da bailarina internacional Mahaila el Helwa, um dos maiores nomes da Dança Árabe no Brasil, e se apresentou com seu grupo interestadual 2020/2022, no maior festival de Dança Oriental do Mundo, o Mercado Persa. Na temporada 2023, integrou a Kazafy Troup Brazil, que se apresenta sob a direção de um dos mais renomados professores de folclore egípcio mundial, discípulo do mestre Mahmoud Reda e diretor da Reda Troup por longos anos, Mohamed Kazafy.

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