Divididos em equipes, os estudantes utilizaram os conhecimentos aprendidos em sala sobre os povos da Mesopotâmia para criar músicas. Com essa iniciativa, o professor demonstra que aprender história pode ser mais do que apenas decorar datas e acontecimentos do passado, também pode ser divertido. “A história, às vezes, parece muito distante dos alunos. Sempre tento fazer essa ponte e uso a tecnologia para levar o conteúdo, “aquela coisa antiga”, para o mundo deles” explica o professor da escola Grandini.
Flávio Murilo, diretor nacional de ensino na Estácio, destaca que mais de 700 mil alunos da graduação passaram a contar com a ajuda da ‘Tácia’, uma IA generativa desenvolvida pela universidade que oferece respostas acadêmicas e suporte às atividades on-line de alunos, principalmente no ensino digital. “É uma ferramenta que contribui significativamente para tornar o processo de ensino-aprendizagem mais atrativo para os estudantes desta geração que está cada vez mais adaptada ao uso de recursos tecnológicos e ambientes virtuais. Mas vale destacar que a Tácia é programada para explicar como resolver uma questão e não para dar a resposta pronta”, afirma.