Almoço executivo se reinventa e aposta em experiência gastronômica para atrair consumidores
Reportagem/Bheatrys Soares
Comer fora de casa deixou de ser exceção e virou hábito no Brasil. Dados do IBGE indicam que os brasileiros já destinam cerca de um quarto da renda para refeições fora do lar ou via delivery. De acordo com o Instituto Foodservice Brasil, o país já é um dos maiores mercados de alimentação fora de casa em todo o planeta e o setor, que já movimenta mais de R$200 bilhões por ano, deve crescer 7% ao ano até 2028. A diferença é que, com tanta gente almoçando fora, a pausa que antes era rápida e quase automática no meio do dia virou uma oportunidade de apreciar uma experiência gastronômica.
Na prática, isso significa que o chamado “prato feito” evoluiu, acompanhando essa tendência da economia. “Hoje, o almoço executivo acompanha um novo comportamento do consumidor, que busca refeições mais equilibradas, bem apresentadas e com um toque de afeto, mesmo na correria. A ideia não é apenas matar a fome, mas transformar o intervalo em um momento de prazer”, descreve o chef do Spazio Mateus, Thiago Ferrari.
Praticidade, mas com sofisticação








