spot_img

“We are the world” completa 30 anos

spot_img
Compartilhe:
We-are-the-world  A música em defesa da vida. Assim poderia ser entendida a canção We are the world, ou “Nós somos o mundo”, em português, que completa 30 anos nesta quarta-feira (28) e continua como um dos títulos mais vendidos de todos os tempos. Composta por Michael Jackson e Lionel Richie e gravada por 44 grandes nomes da música, essa canção fez parte do projeto que arrecadou fundos para o combate à fome e doenças na África.
Michael Jackson e Lionel Richie se inspiraram em um festival organizado pelo músico irlandês Bob Geldof, que reuniu dezenas de astros da música mundial, em 1985, e arrecadou dinheiro para os famintos da Etiópia. Entre os cantores que gravaram a música estão: Tina Turner, Billy Joel, Bob Dylan, Cyndi Lauper, Ray Charles e Stevie Wonder.Em três meses, atingiu o primeiro lugar na parada de sucessos dos Estados Unidos. Só lá, foram vendidas 7 milhões de cópias. A maior parte do dinheiro arrecadado na empreitada foi enviada para países da África, especialmente para a Etiópia, onde muita gente morria de fome.

Alguns críticos da ação alegam que o dinheiro foi entregue aos governos, muitos dos quais comandados por ditadores, em vez de entregar diretamente a população necessitada.

O projeto não ficou só no We are the world. Outro evento beneficente, o Hands Across América, reuniu cerca de 7 milhões de pessoas que de mãos dadas fizeram uma corrente humana durante 11 minutos, num caminho que se espalhava pelos Estados Unidos.

Para ingressar na fila, os participantes tinham que pagar 10 dólares. O dinheiro arrecadado também foi usado no combate à fome e na construção de moradias na África. As duas iniciativas, We are the world e Hands Across America, arrecadaram juntas cerca de 100 milhões de dólares.

Edição: Veja Timon
Via: GM
Compartilhe:
spot_img
Veja Timon
Veja Timonhttps://vejatimon.com
O Veja Timon foi desenvolvido para suprir os timonenses com informações de um modo geral, onde a política não venha ser o foco central. Um site diversificado e imparcial, trabalhamos para levar um conteúdo de relevância para cidade. Veja Timon - Junto Com o Povo

Talvez você queira ler também

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Propaganda

Relacionados

- Propaganda -spot_img
- Propaganda -spot_img

Últimas

Deputada Janaína é destaque em evento representando a presidência e a bancada feminina na Assembléia

O evento foi promovido pelo Tribunal de Contas do Maranhão por meio da Escola Superior de Controle Externo. A deputada estadual Janaína Ramos, foi a...

Detran PI inicia regularização de débitos de mais de 400 mil motocicletas de até 170 cc

Mais de 430 mil motocicletas de até 170 cc serão beneficiadas com os descontos e parcelamentos de taxas e multas do órgão e da...

Produção intensifica preparativos da Paixão de Cristo de Floriano 2023

Ensaios, ajustes de figurinos e testes de luz e som marcam semana que antecede apresentação Faltando uma semana para a estreia da Paixão de Cristo...
We-are-the-world  A música em defesa da vida. Assim poderia ser entendida a canção We are the world, ou "Nós somos o mundo", em português, que completa 30 anos nesta quarta-feira (28) e continua como um dos títulos mais vendidos de todos os tempos. Composta por Michael Jackson e Lionel Richie e gravada por 44 grandes nomes da música, essa canção fez parte do projeto que arrecadou fundos para o combate à fome e doenças na África.
Michael Jackson e Lionel Richie se inspiraram em um festival organizado pelo músico irlandês Bob Geldof, que reuniu dezenas de astros da música mundial, em 1985, e arrecadou dinheiro para os famintos da Etiópia. Entre os cantores que gravaram a música estão: Tina Turner, Billy Joel, Bob Dylan, Cyndi Lauper, Ray Charles e Stevie Wonder.Em três meses, atingiu o primeiro lugar na parada de sucessos dos Estados Unidos. Só lá, foram vendidas 7 milhões de cópias. A maior parte do dinheiro arrecadado na empreitada foi enviada para países da África, especialmente para a Etiópia, onde muita gente morria de fome. Alguns críticos da ação alegam que o dinheiro foi entregue aos governos, muitos dos quais comandados por ditadores, em vez de entregar diretamente a população necessitada. O projeto não ficou só no We are the world. Outro evento beneficente, o Hands Across América, reuniu cerca de 7 milhões de pessoas que de mãos dadas fizeram uma corrente humana durante 11 minutos, num caminho que se espalhava pelos Estados Unidos. Para ingressar na fila, os participantes tinham que pagar 10 dólares. O dinheiro arrecadado também foi usado no combate à fome e na construção de moradias na África. As duas iniciativas, We are the world e Hands Across America, arrecadaram juntas cerca de 100 milhões de dólares.
Edição: Veja Timon
Via: GM