Confusão generalizada em caminhada é um desrespeito aos princípios da democracia

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A nenhum dos candidatos a deputado estadual em Timon – Coronel Schnneyder e Socorro Waquim – devem ser atribuídas as confusões geradas em um evento, caminhada, motocada e outros, autorizadas pela Justiça Eleitoral com trajeto, data e horário prévios pelas coordenações de campanha.

As más condutas dos eleitores, aliados ou partidários dos que a imprensa quis envolver deve tomar o rumo que dispõe os aparelhos e organismos que garantem o direito de ir e vir do cidadão, mas os abusos não podem fugir ao controle das polícias, do Ministério Público e do Judiciário.

Depois de ver atentamente as imagens divulgadas por alguns órgãos da chamada imprensa, antes divulgação, este jornalista ouviu a versão de todas às partes no episódio triste e lamentável.

O motorista que invadiu o evento tentou, sem o controle do seu veículo, atropelar várias pessoas presentes ao evento e poderia até machucá-las gravemente com lesões sérias.

Por sua vez, as pessoas que o tentaram impedir demostraram falta de controle, insanidade e até selvageria, inclusive, com força desproporcional às suas condições físicas e cabaleante – segundo as imagens dos ocupantes do veículo -, o que poderia ser facilmente dominado até a chegada da polícia, ao invés disso, uma série de abusos e agressões.

Voltamos a afirmar que não é e nunca foi intenção de tomar partido de nenhum dos candidatos, o que relatamos são fatos, além das imagens, depoimentos de pessoas presentes durante o evento e o que sucedeu na confusão generalizada.

Ainda bem que existiam pessoas sensatas e responsáveis que foram capazes de arrefecer os ânimos, senão poderíamos ter uma tragédia com implicações maiores do que as que ocorreram.

Os envolvidos deveriam, hoje, após toda adrenalina, analisarem as imagens e na sã consciência definir que tudo o que ocorreu poderia ter sido evitada.

A democracia não se abalará com gestos e atitudes irresponsáveis.

É isso.

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A nenhum dos candidatos a deputado estadual em Timon - Coronel Schnneyder e Socorro Waquim - devem ser atribuídas as confusões geradas em um evento, caminhada, motocada e outros, autorizadas pela Justiça Eleitoral com trajeto, data e horário prévios pelas coordenações de campanha. As más condutas dos eleitores, aliados ou partidários dos que a imprensa quis envolver deve tomar o rumo que dispõe os aparelhos e organismos que garantem o direito de ir e vir do cidadão, mas os abusos não podem fugir ao controle das polícias, do Ministério Público e do Judiciário. Depois de ver atentamente as imagens divulgadas por alguns órgãos da chamada imprensa, antes divulgação, este jornalista ouviu a versão de todas às partes no episódio triste e lamentável. O motorista que invadiu o evento tentou, sem o controle do seu veículo, atropelar várias pessoas presentes ao evento e poderia até machucá-las gravemente com lesões sérias. Por sua vez, as pessoas que o tentaram impedir demostraram falta de controle, insanidade e até selvageria, inclusive, com força desproporcional às suas condições físicas e cabaleante - segundo as imagens dos ocupantes do veículo -, o que poderia ser facilmente dominado até a chegada da polícia, ao invés disso, uma série de abusos e agressões. Voltamos a afirmar que não é e nunca foi intenção de tomar partido de nenhum dos candidatos, o que relatamos são fatos, além das imagens, depoimentos de pessoas presentes durante o evento e o que sucedeu na confusão generalizada. Ainda bem que existiam pessoas sensatas e responsáveis que foram capazes de arrefecer os ânimos, senão poderíamos ter uma tragédia com implicações maiores do que as que ocorreram. Os envolvidos deveriam, hoje, após toda adrenalina, analisarem as imagens e na sã consciência definir que tudo o que ocorreu poderia ter sido evitada. A democracia não se abalará com gestos e atitudes irresponsáveis. É isso.