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Em entrevista, Simplício elogia Dino, desconfia de pesquisas e diz que tem candidato fazendo “balcão de negócios”

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Respondendo a perguntas de jornalistas e radialistas em Timon, hoje, Simplício Araújo, pré-candidato a governador do Maranhão fez questões de elogiar a gestão de Flávio Dino afirmando que muito foi feito pelo governador, mas que, caso seja eleito governador, fará bem melhor que atual gestão governamental. Simplício falou das “artimanhas” das pesquisas de opinião pública realizadas para aferir as intenções de votos que, em determinados momento colocam candidatos “favoritos” na frente com 24 pontos, mas que em outras esse mesmo “favorito” aparece com 5 pontos percentuais. Ele falou também sobre candidato que faz da campanha um balcão de negócios.

Demonstrando muita humildade politica, Simplício Araújo – que até o mês passado fazia  parte do governo estadual como secretário da Industria e Comércio -, disse que o modelo politico, que ainda hoje é utilizado por alguns políticos que contam “cabeças” de apoio politico ruiu na eleição de Flávio Dino, quando em 2014, ele derrotou Edinho Lobão, que tinha por trás, além da força do Palácio dos Leões, três senadores, a maioria dos deputados federais, estaduais e quase todos os prefeitos do Maranhão, mesmo assim foi derrotado, disse.

O candidato disse que não baixará o nível da disputa eleitoral, que não atacará e nem se defenderá, mas deixou uma linguagem que soou forte contra os que se locupletaram do governo de Flávio Dino e que hoje estão contra. Ele disse que as pessoas não podem ser ingratas e disse, sem citar nomes, que a campanha de determinado candidato é um verdadeiro balcão de negócios.

Perguntado sobre a possibilidade de renunciar a vir a apoiar o senador Weverton Rocha, o candidato do Solidariedade refutou completamente a possibilidade dizendo que entre as candidaturas postas até o momento a dele é mais certa de que chegará até o final.

Festa de um milhão

Simplício Araújo pincelou alguns dos assuntos do momento qualificando quem realmente esteve disposto a ajudar a sociedade durante a pandemia. “Na pandemia fui buscar respiradores na China”, disse, segundo Simplício, e citando que no atual momento, recorreu à iniciativa privada para o envio de 400 cestas básicas e disse que, enquanto isso tem gente aí fazendo festa de um milhão de reais, alfinetou.

 

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