Em terceiro lugar e fora da disputa num segundo turno, Weverton Rocha vai rever estratégia

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Pesquisas apontam que o senador disputa a segunda posição com Lahesio Bonfim.

O senador Weverton Rocha, candidato a governador do Maranhão, pelo PDT, deverá, a partir de agora, reta inicial da campanha permitida pela lei eleitoral, mudar tudo. Mas tudo mesmo com relação à pré-campanha desenvolvida pelo candidato e por seu marketing, mas que chegou até aqui amargando um terceiro lugar nas pesquisas eleitorais de intenções de votos realizadas nas últimas semanas e que antecedem o que chamamos de “hora da onça beber água”.

Nas últimas abordagens eleitorais, o senador Weverton aparece empatado tecnicamente com o terceiro lugar Lahesio Bonfim e perde terreno na disputa eleitoral, apesar da grande estrutura politica, logística e de apoio montadas com a participação de grandes aliados políticos, que no entender de muitos, não somaram para o candidato do PDT no Maranhão.

Com discurso indefinido de apoios, Weverton Rocha iniciou  a campanha afirmando ser o candidato de Luis Inácio Lula da Silva, candidato do PT e que lhe apoiaria no Maranhão. A estratégia não funcionou e Lula acabou anunciando apoio  ao principal adversários de Weverton o governador Carlos Brandão. Após a perda de apoio do PT em nível nacional, Weverton pendeu para o lado de Bolsonaro, evidenciando apoios do presidente do Maranhão como o senador Roberto Rocha, ao qual anunciou como seu candidato para o senado. Mas isso também não funcionou, pois o eleitorado de Bolsonaro tem identidade com o candidato Lahesio Bonfim e a subida nas intenções de votos do médico é a confirmação dessa identidade politica do jovem médico com os bolsonaristas no Maranhão.

Outro atropelo politico do senador foi o de nunca ter declarado apoio ao candidato do partido à Presidência o ex-ministro Ciro Gomes, a quem Weverton Rocha renegou desde o início do sua campanha.

Com todo esse revés, o senador deverá, a partir de agora rever todo o posicionamento de campanha e encontrar uma saída para se manter em segundo lugar e entrar na disputa num improvável segundo turno, mas até aqui ao que parece, com a ascensão dos números em favor de Lahesio Bonfim, o foguete de Weverton, começou “dá ré”.

É isso!

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O senador Weverton Rocha, candidato a governador do Maranhão, pelo PDT, deverá, a partir de agora, reta inicial da campanha permitida pela lei eleitoral, mudar tudo. Mas tudo mesmo com relação à pré-campanha desenvolvida pelo candidato e por seu marketing, mas que chegou até aqui amargando um terceiro lugar nas pesquisas eleitorais de intenções de votos realizadas nas últimas semanas e que antecedem o que chamamos de "hora da onça beber água". Nas últimas abordagens eleitorais, o senador Weverton aparece empatado tecnicamente com o terceiro lugar Lahesio Bonfim e perde terreno na disputa eleitoral, apesar da grande estrutura politica, logística e de apoio montadas com a participação de grandes aliados políticos, que no entender de muitos, não somaram para o candidato do PDT no Maranhão. Com discurso indefinido de apoios, Weverton Rocha iniciou  a campanha afirmando ser o candidato de Luis Inácio Lula da Silva, candidato do PT e que lhe apoiaria no Maranhão. A estratégia não funcionou e Lula acabou anunciando apoio  ao principal adversários de Weverton o governador Carlos Brandão. Após a perda de apoio do PT em nível nacional, Weverton pendeu para o lado de Bolsonaro, evidenciando apoios do presidente do Maranhão como o senador Roberto Rocha, ao qual anunciou como seu candidato para o senado. Mas isso também não funcionou, pois o eleitorado de Bolsonaro tem identidade com o candidato Lahesio Bonfim e a subida nas intenções de votos do médico é a confirmação dessa identidade politica do jovem médico com os bolsonaristas no Maranhão. Outro atropelo politico do senador foi o de nunca ter declarado apoio ao candidato do partido à Presidência o ex-ministro Ciro Gomes, a quem Weverton Rocha renegou desde o início do sua campanha. Com todo esse revés, o senador deverá, a partir de agora rever todo o posicionamento de campanha e encontrar uma saída para se manter em segundo lugar e entrar na disputa num improvável segundo turno, mas até aqui ao que parece, com a ascensão dos números em favor de Lahesio Bonfim, o foguete de Weverton, começou "dá ré". É isso!