Reajuste de 12 por cento do Magistério não pode ser usado como moeda de troca por voto

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O reajuste do Piso Nacional do Magistério para 2022 de 12,5, que deverá ser pago a partir de janeiro do próximo ano para os professores de todo o o país, que deverá ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro não deve ser pauta em mesa de negociação entre os atuais gestores, nos estados e municípios, gestores da educação e professores em troca de votos, principalmente como apoio para o seus candidatos em 2022.

O reajuste é uma conquista, um direito conforme reza a Lei Federal 11.738/2008, criada pelo governo federal durante a gestão do petista Luiz Inácio Lula da Silva e os professores e diretores de escolas, sequer deveria sentar nessas mesas com pré-candidatos empunhando tal bandeira do reajuste como forma de troca de votos para seus apoiados.

Em Timon, por exemplo, existe núcleos dentro do governo apoiados e indicados para cargos dentro da instituição Educação que estão estabelecendo o reajuste como moeda de troca de votos com rumo definido para a eleição de 2022.

A Professora Dinair Veloso, que é servidora da Educação do município, e que terá direito a esse reajuste, como prefeita, não deveria permitir que o aumento fosse utilizado da forma como vem sendo tratado politicamente e exposto nas mesas de negociações dentro do contexto educacional.

O blog tem informação da existência de reuniões entre diretores, candidatos e apoiadores que tencionam o assunto do reajuste como forma de angariar votos.

Segundo informações, nessas reuniões são sugeridos nomes de candidatos a governador, senador, deputado federal e estadual, que estariam intrinsecamente ligados ao fato de que a atual gestão deverá conceder o reajuste de 12 por cento aos professores a partir de 2022, mas condicionado ao voto e apoio político aos candidatos do grupo dominante.

É isso!

 

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