Setembro Amarelo: pets também sofrem com depressão

spot_img
Compartilhe:

Por Elainy Castro

Você tem notado que seu pet anda tristinho, não se alimenta como antes, está dormindo menos ou mais, está interagindo e se comportando de uma forma diferente? Fique atento: estes podem ser sinais de que seu pet está com depressão. Sim, os animais também sofrem com esse mal! A veterinária e professora da Facimp Wyden, Luiza de Marilak Dias, ajuda os donos a entenderem o que está acontecendo com seus bichinhos e a buscarem o tratamento adequado.

A depressão em animais é uma doença psicológica, que se faz notar através de vários sintomas. “O próprio animal dá esses sinais, por meio de alterações no comportamento, apatia e falta de apetite. Outro caso é quando ele é deixado sozinho pelo dono, então, para chamar a atenção, quando este chega em casa, ele tem atitudes fora do seu normal”, reforça Luiza.

A especialista explica que atitudes como lamber as patas e morder exageradamente, a ponto de machucar, ficar sem ânimo para brincar, entre outros comportamentos incomuns na rotina do animal, devem ser vistos como sinais de alerta. Segundo ela, o tutor precisa buscar a ajuda de um médico veterinário para que possa, conforme a necessidade, prescrever medicamentos a serem usados no tratamento.

“A doença pode ser causada por vários fatores. Um bem frequente é a ausência do dono, além da mudanças na rotina do animal, como horários alterados, pessoas novas na casa ou até mesmo novos integrantes na família”, afirma a veterinária.

Como ajudar o seu pet?

Luisa orienta a prática de exercícios físicos com o pet e brincadeiras para mantê-lo ativo e ressalta que a participação do tutor é muito importante no tratamento, desde a identificação do que está causando essa condição depressiva até o apoio no processo de cura. “Geralmente o tratamento é através de exercícios físicos e, se necessário, prescrição de medicamento”, completa.

Para evitar que o pet passe por esse processo difícil, orienta-se que o dono evite mudar a rotina do animal. Caso seja imprescindível mexer no dia a dia, introduza as novidades de forma gradativa, sem deixar de fazer brincadeiras, exercícios e passeios. “Alguns tipos de animais e raças são mais apegadas e mais suscetíveis. Isso tudo requer uma atenção a mais do tutor”, explica Luísa.

Compartilhe:

Talvez você queira ler também

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Propaganda

spot_img

Propaganda

Relacionados

- Propaganda -spot_img
- Propaganda -spot_img

Últimas

Governador ministra aula de matemática durante abertura do ano letivo de 2023

Rafael Fonteles realizou, nesta segunda, dia 6, solenidade em Altos para marcar início das aulas da rede estadual de Educação. Para marcar o início...

Confira sete alimentos que promovem saciedade   

Nutricionista explica que escolher alimentos corretos traz saciedade e colabora com o emagrecimento saudável   Muitas pessoas iniciam o ano com o objetivo de adotar...

Ingrediente naturais são saudáveis para os cuidados com a pele   

Segundo especialista, para melhores resultados, o uso de produtos naturais na pele e nos cabelos deve ser conciliado à dieta   Os cuidados com a saúde...

Por Elainy Castro Você tem notado que seu pet anda tristinho, não se alimenta como antes, está dormindo menos ou mais, está interagindo e se comportando de uma forma diferente? Fique atento: estes podem ser sinais de que seu pet está com depressão. Sim, os animais também sofrem com esse mal! A veterinária e professora da Facimp Wyden, Luiza de Marilak Dias, ajuda os donos a entenderem o que está acontecendo com seus bichinhos e a buscarem o tratamento adequado. A depressão em animais é uma doença psicológica, que se faz notar através de vários sintomas. “O próprio animal dá esses sinais, por meio de alterações no comportamento, apatia e falta de apetite. Outro caso é quando ele é deixado sozinho pelo dono, então, para chamar a atenção, quando este chega em casa, ele tem atitudes fora do seu normal”, reforça Luiza. A especialista explica que atitudes como lamber as patas e morder exageradamente, a ponto de machucar, ficar sem ânimo para brincar, entre outros comportamentos incomuns na rotina do animal, devem ser vistos como sinais de alerta. Segundo ela, o tutor precisa buscar a ajuda de um médico veterinário para que possa, conforme a necessidade, prescrever medicamentos a serem usados no tratamento. “A doença pode ser causada por vários fatores. Um bem frequente é a ausência do dono, além da mudanças na rotina do animal, como horários alterados, pessoas novas na casa ou até mesmo novos integrantes na família”, afirma a veterinária. Como ajudar o seu pet?

Luisa orienta a prática de exercícios físicos com o pet e brincadeiras para mantê-lo ativo e ressalta que a participação do tutor é muito importante no tratamento, desde a identificação do que está causando essa condição depressiva até o apoio no processo de cura. “Geralmente o tratamento é através de exercícios físicos e, se necessário, prescrição de medicamento”, completa. Para evitar que o pet passe por esse processo difícil, orienta-se que o dono evite mudar a rotina do animal. Caso seja imprescindível mexer no dia a dia, introduza as novidades de forma gradativa, sem deixar de fazer brincadeiras, exercícios e passeios. “Alguns tipos de animais e raças são mais apegadas e mais suscetíveis. Isso tudo requer uma atenção a mais do tutor”, explica Luísa.