Vereadores governistas de Timon cobram a realização da eleição antecipada da Mesa Diretora

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Embora ouça atentamente os discursos dos governistas, o presidente Uilma Resende ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Os vereadores governistas, da base que dá sustentação à prefeita Dinair Veloso, de Timon, na Câmara, estão com a estratégia armada. Nos bastidores, com reuniões de aglutinação do grupo dos 11 e com monitoramento às visitas que os vereadores recebem em suas casas e em público com discursos, onde eles se revezam, independente do tema abordado, cobrando ao presidente da Casa, Uilma Resende para que ele cumpra alteração na lei, que determina a eleição da Mesa Diretora para o segundo biênio da legislatura que seja realizada na segunda quinzena do mês de fevereiro, ou seja, segundo os vereadores, o presidente da Casa descumpriu o que determina a lei orgânica com suas alterações.

A estratégia dos vereadores governistas é pressionar o vereador presidente da Casa para que ele chame em plenário a pauta e assim eles possam determinar a eleição antecipada da Mesa Diretora da Câmara, que eleita agora, assumirá os trabalhos da Casa somente em 2 de janeiro de 2023 e como o governo tem a maioria, mesmo que momentânea, acreditam os vereadores governistas, que podem eleger o vereador Celso Tacoani como o presidente, além dos demais cargos da Mesa e comando o legislativo a partir do próximo ano. “Não vamos perseguir, não vai ter caça às bruxas”, garante o líder do governo Ivan do Saborear, caso a bancada do governo eleja o presidente da Casa.

A bancada governista está “em caldo de pinto” com a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Timon. Por duas vezes, eles foram derrotados pela oposição. Em 2018, após um interferência do prefeito Luciano Leitoa de impor seu nome escolhido para presidir a Casa, cinco vereadores da base se rebelaram e, juntos com os de oposição formaram um grupo e elegeram o vereador Helber Guimarães numa reviravolta no placar eleitoral por um voto.

Na eleição passada da Mesa, na atual legislatura, quem se rebelou foi o vereador Uilma Resende, que junto com alguns vereadores eleitos pela base a prefeita Dinair Veloso, lançou sua candidatura a presidência da Câmara e derrotou novamente o governo comandado pelo Grupo Leitoa com a participação dos vereadores eleitos pela oposição, que eram minoria.

Este ano, embora os governista já expunham sua estratégia, inclusive, segundo o líder do governo  Ivan do Saborear, com a possibilidade de judicialização da eleição da Mesa, a bancada de oposição na Câmara, sabe que basta um voto para mudar novamente os destinos assegurados, até aqui, pelo governo na eleição da Mesa da Câmara e como, nos anos anteriores, essa alteração da lei ainda não foi cumprida, é capaz de novamente, o governo correr o risco de não ganhar, pois o que todos esperam e, de acordo com o desenho político em que, dentro da bancada, o governo municipal perde espaços com as defecções politicas de não apoiar integralmente a chapa do governo para a disputa eleitoral deste ano e levando-se em conta o resultado favorável aos que hoje comandam a Câmara da eleição de 2022, o quadro e voto para eleição da mesa, podem alterar vindo gente da base á apoiar o candidato da oposição na eleição da Mesa Diretora para o biênio 2023/2024.

Nessa eleição tudo é possível.

Aguardemos então!

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Embora ouça atentamente os discursos dos governistas, o presidente Uilma Resende ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Os vereadores governistas, da base que dá sustentação à prefeita Dinair Veloso, de Timon, na Câmara, estão com a estratégia armada. Nos bastidores, com reuniões de aglutinação do grupo dos 11 e com monitoramento às visitas que os vereadores recebem em suas casas e em público com discursos, onde eles se revezam, independente do tema abordado, cobrando ao presidente da Casa, Uilma Resende para que ele cumpra alteração na lei, que determina a eleição da Mesa Diretora para o segundo biênio da legislatura que seja realizada na segunda quinzena do mês de fevereiro, ou seja, segundo os vereadores, o presidente da Casa descumpriu o que determina a lei orgânica com suas alterações. A estratégia dos vereadores governistas é pressionar o vereador presidente da Casa para que ele chame em plenário a pauta e assim eles possam determinar a eleição antecipada da Mesa Diretora da Câmara, que eleita agora, assumirá os trabalhos da Casa somente em 2 de janeiro de 2023 e como o governo tem a maioria, mesmo que momentânea, acreditam os vereadores governistas, que podem eleger o vereador Celso Tacoani como o presidente, além dos demais cargos da Mesa e comando o legislativo a partir do próximo ano. "Não vamos perseguir, não vai ter caça às bruxas", garante o líder do governo Ivan do Saborear, caso a bancada do governo eleja o presidente da Casa. A bancada governista está "em caldo de pinto" com a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Timon. Por duas vezes, eles foram derrotados pela oposição. Em 2018, após um interferência do prefeito Luciano Leitoa de impor seu nome escolhido para presidir a Casa, cinco vereadores da base se rebelaram e, juntos com os de oposição formaram um grupo e elegeram o vereador Helber Guimarães numa reviravolta no placar eleitoral por um voto. Na eleição passada da Mesa, na atual legislatura, quem se rebelou foi o vereador Uilma Resende, que junto com alguns vereadores eleitos pela base a prefeita Dinair Veloso, lançou sua candidatura a presidência da Câmara e derrotou novamente o governo comandado pelo Grupo Leitoa com a participação dos vereadores eleitos pela oposição, que eram minoria. Este ano, embora os governista já expunham sua estratégia, inclusive, segundo o líder do governo  Ivan do Saborear, com a possibilidade de judicialização da eleição da Mesa, a bancada de oposição na Câmara, sabe que basta um voto para mudar novamente os destinos assegurados, até aqui, pelo governo na eleição da Mesa da Câmara e como, nos anos anteriores, essa alteração da lei ainda não foi cumprida, é capaz de novamente, o governo correr o risco de não ganhar, pois o que todos esperam e, de acordo com o desenho político em que, dentro da bancada, o governo municipal perde espaços com as defecções politicas de não apoiar integralmente a chapa do governo para a disputa eleitoral deste ano e levando-se em conta o resultado favorável aos que hoje comandam a Câmara da eleição de 2022, o quadro e voto para eleição da mesa, podem alterar vindo gente da base á apoiar o candidato da oposição na eleição da Mesa Diretora para o biênio 2023/2024. Nessa eleição tudo é possível. Aguardemos então!