Apesar do boicote da Prefeitura, Festa dos Vaqueiros de Timon foi um sucesso

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A Festa do Vaqueiro, realizada todo ano no dia 10 de junho, é um evento que une tradição e religiosidade há 49 anos. Quase meio século de uma festa que passa de geração, de pai para filho e que comemora uma das mais belas profissões.

Um evento de grande magnitude, que conta com a participação de dezenas de vaqueiros e suas famílias. São vaqueiros de todas as idades, todas as cores, credos, vindo de todos os lugares, da zona rural e da zona urbana. “Esta festa tão bonita, simbólica, que ocorre há vários anos, independente de apoios políticos, estando eles na situação ou na oposição”, comentou o radialista Vaqueiro Mucunan e suplente de vereador em Timon e um dos grandes entusiastas do evento.

Segundo os organizadores do evento, na festa de hoje, após lutarem contra os ataques para tentaram diminui-la, a felicidade é enorme, pelo sucesso da Festa do Vaqueiro. “Nossa cavalgada percorreu diversas ruas e pudemos repassar a todos os timonenses o sentimento de orgulho que sentimos por correr em nossas veias o sangue de um povo sofredor e batalhador”, comentou um dos vaqueiros.

Perfeita Dinair Veloso posou de “vaqueira”, mas não valeu o boi.

Ainda de acordo com os organizadores da Festa dos Vaqueiros, que já existe há quase 50 anos, a Prefeitura Municipal de Timon não colaborou ou apoiou a festa, como normalmente acontecia em anos anteriores, criando um evento similar, em outro local, apenas com apoiadores da gestão dos Leitoas. “Recebemos de coração os aplausos, pois sabemos que cada vaqueiro merece ter seu suor reconhecido. E mesmo que neste ano tenha surgido uma nova festa, que esta também seja sinônimo de orgulho para nossos vaqueiros e não se trate apenas de uma divisão, pois estamos aqui para agregar e enaltecer nossas origens”, ressaltou um representante da Organização.

Ainda com a palavra, os organizadores reforçaram que hoje não há espaço para brigas políticas ou extremismos, tendo lugar apenas para festejar a força dos vaqueiros, para exaltar a garra que faz parte da trajetória de trabalho e para continuarem semeando o amor pelas origens. “Nossa festa não pode parar, continuamos juntos almejando uma Timon sem ‘oportunismos’ políticos.”

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