Candidatos vazam, propositalmente, áudios para “incentivar” tropa, mas pode ter efeito revés

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Muitos candidatos, nesse período que antecede a semana dos últimos dias de eleição deste ano, lançam estratégia, que pode até funcionar, mas toda estratégia também, pode ter um efeito contrário.

Há semanas, o ex-governador Wellington Dias, “fez vazar um áudio” em que diz ao secretário Osmar Junior, de Governo, que a eleição de Rafael Fonteles está ganha e que por onde passa só vê falar na campanha do petista em todo Piauí. O que não é verdade.

Hoje vazaram para este jornalistas vários áudios de candidatos a deputado estadual que concorrem às eleições deste ano tendo como base Timon. Num dos áudios, um candidato diz a um de seus interlocutores que “a  pesquisa revela que está  muito bem e que pode até ter mais de 34 mil votos nessa eleição. O interlocutor nada diz, como nós também não vamos dizer.

Em outro áudio, um deputado, candidato a reeleição fala também do resultado de uma psedopesquisa em que ele está muito bem e que as obras que o governo fez na cidade vem trazendo reflexos positivos a seu favor e que seu principal adversário: “E ai compude… estamos pau-a-pau com Luciano, mas nossa campanha está demais, mas leve….diz a voz do deputado que é candidato  a reeleição.

É claro, que em campanha, como dizem os candidatos: “vale tudo”, e essa estratégia de “fazer vazar áudio” mal elaborado por suas assessorias ou marqueteiros de plantão, pode ter um efeito revés.

Se a intenção dos candidatos era para que algum meio de comunicação se interessasse em difundir o “áudio vazado”, depois de ouví-los atentamente, achei por bem não dar vazão a essa estratégia.

É isso!

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