Construção Civil gera 32 mil novos empregos no mês de julho

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Fotos: Dayane Costa

Por Elainy Castro.

O cenário animador gera expectativa em estudantes de engenharia

O mês de julho fechou com saldos positivos referente ao número de novos empregos no Brasil. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), que contabiliza o número de pessoas empregadas em regime CLT no país, foram criados 218.902 novos postos de trabalho. O Nordeste foi a segunda região com maior número de novos empregos, com 49.215 postos, atrás apenas do Sudeste.

Os dados animadores despertam o interesse de alunos dos cursos de engenharia e formações afins, como explica o professor e coordenador dos cursos de Engenharias do Centro Universitário Estácio São Luís, Renato Mortari Filho. “Os estudantes sempre ficam entusiasmados com a possibilidade crescente da construção civil e dos empregos. Mas, vale frisar, que é necessário o preparo acadêmico dentro da faculdade e também o aperfeiçoamento em cursos e ferramentas demandadas pelo mercado de trabalho. Dessa forma, é importantíssimo que os alunos estejam aptos às exigências do setor da construção civil”, afirma.

Coordenador dos cursos de Engenharia do Centro Universitário Estácio e Professor, Renato Mortari Filho. Fotos: Dayane Costa

Entre as atividades econômicas que mais geraram empregos formais, a Construção Civil merece destaque: alcançou 32.082 novos postos de trabalho. No acumulado de janeiro a julho de 2022, o Brasil chegou a 216.585 empregos formais no segmento, o que reforça a tendência de crescimento das oportunidades no setor. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) a Construção Civil cresceu 2,7% , no segundo trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior.

Para Mortari, esse aumento se deve a um ciclo da construção civil iniciado dois anos atrás, principalmente com a execução de obras de menor porte.

“Esse crescimento da atividade da construção civil já vem sendo observado pela Câmara Brasileira da indústria da construção (CBIC), que corrobora os dados do Caged. Segundo a CBIC, esse ciclo de crescimento da construção civil foi iniciado há dois anos, com contribuições principalmente das obras de pequeno porte e reformas, além da construção de casas e edifícios vinculados a programas sociais do Governo Federal. Os serviços especializados de construção também são destaque do setor, como: preparação do terreno para construção, instalações de materiais e equipamentos e de obras, além dos acabamentos. Logo, o setor se adaptou à crise econômica e sanitária, garantindo, assim, um ritmo sustentável de criação de empregos”, completa.

*Cenário animador também no MA*

E quanto ao Maranhão? O estado acompanha o crescimento? O especialista afirma que sim. “De acordo com a sondagem da indústria da construção, o estado do Maranhão segue a tendência nacional, principalmente referente aos serviços especializados da construção civil. De acordo com o levantamento feito pela CBIC e a Confederação Nacional da Indústria (CNI), houve um aumento tanto na atividade, quanto na geração de emprego. Além disso, a confiança dos empresários tem aumentado junto à expectativa na melhoria da economia brasileira”, ressalta.

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O mês de julho fechou com saldos positivos referente ao número de novos empregos no Brasil. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), que contabiliza o número de pessoas empregadas em regime CLT no país, foram criados 218.902 novos postos de trabalho. O Nordeste foi a segunda região com maior número de novos empregos, com 49.215 postos, atrás apenas do Sudeste. Os dados animadores despertam o interesse de alunos dos cursos de engenharia e formações afins, como explica o professor e coordenador dos cursos de Engenharias do Centro Universitário Estácio São Luís, Renato Mortari Filho. “Os estudantes sempre ficam entusiasmados com a possibilidade crescente da construção civil e dos empregos. Mas, vale frisar, que é necessário o preparo acadêmico dentro da faculdade e também o aperfeiçoamento em cursos e ferramentas demandadas pelo mercado de trabalho. Dessa forma, é importantíssimo que os alunos estejam aptos às exigências do setor da construção civil”, afirma.
Coordenador dos cursos de Engenharia do Centro Universitário Estácio e Professor, Renato Mortari Filho. Fotos: Dayane Costa
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