“O problema é administrativo: em 9 meses mandato, temos 4 meses de salários atrasados”, diz Uilma

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Apesar de não votar para que o projeto que permitia à prefeita Dinair Veloso, de Timon, contrair um empréstimo de 6,6 milhões de reais, fosse rejeitado, por conta da liturgia do cargo de presidente, o vereador Uilma Resende, justificou em discurso da tribuna ontem, 13, seu posicionamento e voto contrário ao empréstimo.

Num discurso cronológico, se utilizando, inclusive, de votos a favor de projetos na gestão passada que em nada solucionaram os problemas e as dificuldades administrativas, Uilma disse, à princípio e soletrando, que o problema do governo não é só falta de dinheiro, mas sim “administrativo” e que a prefeita está com nove meses de mandato e a gestão deve quatro folhas de salários e, ainda arremeteu no final que de sua fala parafraseando “o grande líder”:  “esse projeto aí é um projeto para se roubar dinheiro público”, disse Uilma Resende.

Cortes de contratos milionários

O vereador sugeriu que a prefeita Dinair Veloso, para economizar, faça o corte de contratos com empresas terceirizadas, que até agora não solucionaram os problemas de falta de dinheiro na gestão. Corte o contrato que a Mega On, com a Tekinik – que é de 500 mil mensais e com a empresa terceirizada da limpeza, a mesma que terceirizou e não paga os servidores.

Uilma Resende disse não entender que tipo de economia o município está fazendo: “Para um cidadão, que está com seu salário atrasado há quatro meses, receber salário de de 1 mil reais, paga-se 2 mil e 600 à Mega ON. O Brasil está com14 milhões de desempregado hoje e enquanto prefeituras criaram auxilio emergencial para ajudar empresários, a prefeitura de Timon quer arrochar, quer tirar dinheiro do contribuinte”…disse

“Votei à favor de que se desfizesse alguns cargos em Timon, mas com  promessa e garantia de que os trabalhadores tivessem direitos assegurados com carteira assinada, aquilo me encantou…mas quem foi exonerado no ano passado, após a eleição, até hoje não recebeu a indenização”, disse Uilma.

 

 

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