Represália: Gestão de Dinair move ação de improbidade contra ex e atual presidentes da Câmara

spot_img
Compartilhe:

O município de Timon entrou na Vara da Fazenda Pública de Timon com ação Civil de Improbidade Administrativa, distribuída no último dia 19, contra os vereadores Helber Guimarães e Uilma Resende, ex e atual presidente da Câmara de Timon, acusando-os de danos ao erário público, por conta do não pagamento por parte da Câmara de Timon, de valores ao INSS, recursos que foram descontados do FPM do município e não repassados ao Instituto, além do não pagamento ao Instituto de Previdência do Município – IPMT, tanto da parte do empregado, como patronal, que segundo informações repassadas pelo Secretário de Governo, “nada foi pago e nem feito o parcelamento da dívida com o IPMT, como a Prefeitura de Timon fez”, disse João Batista Ponte.

De acordo com vereadores ouvidos pelo blog, essa é uma estratégia do governo, em represália aos vereadores oposicionistas, para evitar que a Casa Legislativa instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, que está em trâmite na Câmara para investigar e apurar o aumento da dívida pública da Prefeitura de Timon em mais de 192 milhões de 2019 para 2020, último ano da gestão do ex-prefeito Luciano Leitoa. O pedido de instalação de CPI foi requerido pelo líder de oposição Juarez Morais (PSC), lido pela Mesa e dado seguimento na abertura do processo após informação prestada pela equipe econômica da atual gestão, em audiência pública, afirmando o aumento absurdo da dívida.

A CPI está em trâmite na Casa com assinaturas de vereadores de oposição e aguarda definição da indicação de nomes, por parte da Mesa Diretora para ser instalada.

O que diz Uilma Resende

Sobre a ação, o vereador Uilma Resende disse ter argumentos suficientes para se defender dessa ação de improbidade movida pelo governo municipal, pois sua gestão passada foi transparente com todos os atos e que as dívidas administrativas foram pagas e, inclusive, com devolução de recursos de quase meio milhão de reais aos cofres municipais, ressalta Uilma Resende.

O que diz Helber Guimarães

Em conversa com a assessoria do vereador Helber Guimarães, o blog obteve a informação de que o vereador e ex-presidente da Câmara irá se pronunciar através de sua assessoria jurídica assim que receber a notificação da justiça para adotar as providências, via judicial, e os esclarecimentos dentro do teor da ação.

Compartilhe:

Talvez você queira ler também

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Propaganda

spot_img

Propaganda

Relacionados

- Propaganda -spot_img
- Propaganda -spot_img

Últimas

Ingrediente naturais são saudáveis para os cuidados com a pele   

Segundo especialista, para melhores resultados, o uso de produtos naturais na pele e nos cabelos deve ser conciliado à dieta   Os cuidados com a saúde...

Aulas na Rede Estadual iniciam nas 19 Unidades Regionais de Educação do Maranhão

Nesta segunda-feira (6), estudantes da Rede Estadual nas 19 Unidades Regionais de Educação do Maranhão retornaram às salas de aula. Para fortalecer as estratégias...

Projeto de Lei do deputado Rafael assegura acesso a medicamentos à base de canabidiol e similares

O Projeto de Lei 01/2023, de autoria do deputado Rafael, assegura o acesso a medicamentos à base de canabidiol (CBD) e tetrahidrocanabinol (THC) “às...
O município de Timon entrou na Vara da Fazenda Pública de Timon com ação Civil de Improbidade Administrativa, distribuída no último dia 19, contra os vereadores Helber Guimarães e Uilma Resende, ex e atual presidente da Câmara de Timon, acusando-os de danos ao erário público, por conta do não pagamento por parte da Câmara de Timon, de valores ao INSS, recursos que foram descontados do FPM do município e não repassados ao Instituto, além do não pagamento ao Instituto de Previdência do Município - IPMT, tanto da parte do empregado, como patronal, que segundo informações repassadas pelo Secretário de Governo, "nada foi pago e nem feito o parcelamento da dívida com o IPMT, como a Prefeitura de Timon fez", disse João Batista Ponte. De acordo com vereadores ouvidos pelo blog, essa é uma estratégia do governo, em represália aos vereadores oposicionistas, para evitar que a Casa Legislativa instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI, que está em trâmite na Câmara para investigar e apurar o aumento da dívida pública da Prefeitura de Timon em mais de 192 milhões de 2019 para 2020, último ano da gestão do ex-prefeito Luciano Leitoa. O pedido de instalação de CPI foi requerido pelo líder de oposição Juarez Morais (PSC), lido pela Mesa e dado seguimento na abertura do processo após informação prestada pela equipe econômica da atual gestão, em audiência pública, afirmando o aumento absurdo da dívida. A CPI está em trâmite na Casa com assinaturas de vereadores de oposição e aguarda definição da indicação de nomes, por parte da Mesa Diretora para ser instalada. O que diz Uilma Resende Sobre a ação, o vereador Uilma Resende disse ter argumentos suficientes para se defender dessa ação de improbidade movida pelo governo municipal, pois sua gestão passada foi transparente com todos os atos e que as dívidas administrativas foram pagas e, inclusive, com devolução de recursos de quase meio milhão de reais aos cofres municipais, ressalta Uilma Resende. O que diz Helber Guimarães Em conversa com a assessoria do vereador Helber Guimarães, o blog obteve a informação de que o vereador e ex-presidente da Câmara irá se pronunciar através de sua assessoria jurídica assim que receber a notificação da justiça para adotar as providências, via judicial, e os esclarecimentos dentro do teor da ação.