Perseguições políticas têm gerado inúmeros dissabores à gestão Dinair Veloso

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Não é de hoje que as perseguições politicas contra adversários, aliados da oposição e servidores vêm gerando intensos dissabores à gestão municipal, a partir da volta ao poder do grupo que está no comando desde 2013.

Emergente dentro da estrutura politica, a atual chefe do executivo tem absorvido grande carga negativa desse processo perseguidor.

Recentemente, a prefeita Dinair Veloso teve que acatar decisão judicial e foi obrigada a reintegrar e pagar reatroativamente de servidora da Secretaria de Educação, que foi demitida sem justa causa, ou por não se enquadrar ao regime.

Não vamos publicizar os atos, a partir da tentativa perseguidora de tirar o emprego uma grande profissional até o desfecho judicial de reintegração via judicial da mesma, para preservar sua integridade, mas mesmo assim vimos as publicações e as manifestações solidárias para com a servidora nas redes sociais.

Em outro processo idêntico, servidor e militante politico contrário ao regime autoritário implantado desde 2013 vem sofrendo sanções, assédio e processo administrativo para que ele seja sumariamente demitido. Em sua defesa, existe ação protocolada para evitar essa perseguição desenfreada aqueles que não coadunam com a regime que está ai.

A imprensa, por exemplo, dar conta de que até membros de médio escalão estão sendo perseguidos, não por expor suas vontades, mas somente por estabelecer elos de amizades com pessoas que se desvencilharam desse processo politico perseguidor.

No episódio recente, contam numa rede social, que uma coordenadora indicada politicamente para um cargo importante na estrutura da saúde foi exonerada por ter se confraternizado em imagem que não era permitido pelo regime.

Onde já se viu, em plena era atual, globalizada, as pessoas terem que se limitar às aparições nas redes sociais ao lado dos amigos, parentes e seus admiradores e admirados por conta da politica de baixíssimo nível das perseguições. Não se deixar fotografar, se inibir por conta dessa malvadeza de perder empregos ou cargos políticos é nojento.

Exigir que as pessoas comparecem a eventos políticos que batam palmas, vistam branco ou outros tipos de assédio é imperdoável para o momento em que vivemos, em que cada vez nos exige tomadas de posicionamentos e até leis que garantem o direito e ir e vir dos discriminados e excluídos. Agora estabelecer que as pessoas, para se manterem em cargos e grupos políticas tenham que seguir a doutrina hierárquica da política mandante isso é ilógico, principalmente quando os principais líderes dessa doutrina tem no currículo condenações judiciais por roubo do dinheiro público, por desvios de dinheiro na Educação, Saúde e outros setores da gestão pública.

E por aí vai!

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Não é de hoje que as perseguições politicas contra adversários, aliados da oposição e servidores vêm gerando intensos dissabores à gestão municipal, a partir da volta ao poder do grupo que está no comando desde 2013. Emergente dentro da estrutura politica, a atual chefe do executivo tem absorvido grande carga negativa desse processo perseguidor. Recentemente, a prefeita Dinair Veloso teve que acatar decisão judicial e foi obrigada a reintegrar e pagar reatroativamente de servidora da Secretaria de Educação, que foi demitida sem justa causa, ou por não se enquadrar ao regime. Não vamos publicizar os atos, a partir da tentativa perseguidora de tirar o emprego uma grande profissional até o desfecho judicial de reintegração via judicial da mesma, para preservar sua integridade, mas mesmo assim vimos as publicações e as manifestações solidárias para com a servidora nas redes sociais. Em outro processo idêntico, servidor e militante politico contrário ao regime autoritário implantado desde 2013 vem sofrendo sanções, assédio e processo administrativo para que ele seja sumariamente demitido. Em sua defesa, existe ação protocolada para evitar essa perseguição desenfreada aqueles que não coadunam com a regime que está ai. A imprensa, por exemplo, dar conta de que até membros de médio escalão estão sendo perseguidos, não por expor suas vontades, mas somente por estabelecer elos de amizades com pessoas que se desvencilharam desse processo politico perseguidor. No episódio recente, contam numa rede social, que uma coordenadora indicada politicamente para um cargo importante na estrutura da saúde foi exonerada por ter se confraternizado em imagem que não era permitido pelo regime. Onde já se viu, em plena era atual, globalizada, as pessoas terem que se limitar às aparições nas redes sociais ao lado dos amigos, parentes e seus admiradores e admirados por conta da politica de baixíssimo nível das perseguições. Não se deixar fotografar, se inibir por conta dessa malvadeza de perder empregos ou cargos políticos é nojento. Exigir que as pessoas comparecem a eventos políticos que batam palmas, vistam branco ou outros tipos de assédio é imperdoável para o momento em que vivemos, em que cada vez nos exige tomadas de posicionamentos e até leis que garantem o direito e ir e vir dos discriminados e excluídos. Agora estabelecer que as pessoas, para se manterem em cargos e grupos políticas tenham que seguir a doutrina hierárquica da política mandante isso é ilógico, principalmente quando os principais líderes dessa doutrina tem no currículo condenações judiciais por roubo do dinheiro público, por desvios de dinheiro na Educação, Saúde e outros setores da gestão pública. E por aí vai!