Saúde mental de crianças superexpostas em redes sociais pode estar em risco  

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Portrait of a daughter and father having fun together and taking a selfie with mobile phone at home. Monoparental concept.

A exposição de crianças nas redes sociais é cada vez mais comum por conta da instantaneidade sugerida pelas plataformas de compartilhamento. Entretanto, especialistas acreditam que essa atitude precoce pode ser uma ameaça à intimidade e direito à imagem, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Por isso, psicólogos alertam para a necessidade de atenção e precaução dos pais quando publicarem a vida privada dos filhos.

Para além da exposição de intimidade, a psicóloga e coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade UNINASSAU, campus Redenção, Aline Meneses, também reforça que há a possibilidade de danos futuros, desde questões legais, cyberbullying e até a debilidade da saúde mental de quem for exposto. “Precisamos compreender que o futuro é incerto, mas que os dados gerados hoje podem ser desaprovados pelos filhos. Esse tipo de atitude, nomeada como sharenting – termo que combina as palavras share (compartilhar) e parenting (paternidade) -, traz perigos ao desenvolvimento infantil, como a questão de autoestima, necessidade de aprovação e visibilidade, ansiedade e as questões como o cyberbullying e aliciamento”, pontua Aline. 

Ainda de acordo com a psicóloga, os pais precisam compreender a extensão do que significa expor os filhos nas redes sociais. Os adultos responsáveis são promotores do desenvolvimento da criança e precisam ser vigilantes a essa evolução, sempre com a intenção de que ocorra com leveza, equilíbrio e saúde física e mental preservadas e apropriadas para que, no futuro, sejam adultos com plenitude de seus potenciais. “A criança é um ser de direitos que devem ser preservados. A depender da idade, ela não tem, ou tem de forma bem imatura, habilidade cognitiva para discernir o que é certo e errado, o que tem bom tom ou não. Por isso, cabe aos pais ou responsáveis a guarda e o zelo com a segurança, bem-estar físico e mental dos pequenos e pequenas. É muito fofo ver bebês fazendo alguma peripécia, mas, nas redes sociais, o cuidado com as ações no sentido de tornar tudo público deve ser redobrado”, finaliza Aline. 

Para o público infantil, as repercussões do exagero na exposição podem afetar o desenvolvimento em várias áreas da vida. Desta forma, a UNINASSAU Redenção oferece o atendimento clínico psicológico para a comunidade na Clínica-Escola Integrada de Saúde, localizada em frente ao Hospital de Urgências de Teresina (HUT). Os atendimentos podem ser remotos ou presenciais e devem ser agendados pelo número de telefone (86) 3194.1819. Por Ricardo Mousinho – Ascom Uninassau.

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Ainda de acordo com a psicóloga, os pais precisam compreender a extensão do que significa expor os filhos nas redes sociais. Os adultos responsáveis são promotores do desenvolvimento da criança e precisam ser vigilantes a essa evolução, sempre com a intenção de que ocorra com leveza, equilíbrio e saúde física e mental preservadas e apropriadas para que, no futuro, sejam adultos com plenitude de seus potenciais. “A criança é um ser de direitos que devem ser preservados. A depender da idade, ela não tem, ou tem de forma bem imatura, habilidade cognitiva para discernir o que é certo e errado, o que tem bom tom ou não. Por isso, cabe aos pais ou responsáveis a guarda e o zelo com a segurança, bem-estar físico e mental dos pequenos e pequenas. É muito fofo ver bebês fazendo alguma peripécia, mas, nas redes sociais, o cuidado com as ações no sentido de tornar tudo público deve ser redobrado”, finaliza Aline. 
Para o público infantil, as repercussões do exagero na exposição podem afetar o desenvolvimento em várias áreas da vida. Desta forma, a UNINASSAU Redenção oferece o atendimento clínico psicológico para a comunidade na Clínica-Escola Integrada de Saúde, localizada em frente ao Hospital de Urgências de Teresina (HUT). Os atendimentos podem ser remotos ou presenciais e devem ser agendados pelo número de telefone (86) 3194.1819. Por Ricardo Mousinho - Ascom Uninassau.