Após desgaste e repercussão negativa, Governo Dinair faz alteração para votar e aprovar reajuste dos agentes

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Por terem abandonado o plenário ainda na discussão do reajuste, os vereadores governistas foram bombardeados nas redes sociais. Esse desgaste poderia ter sido evitado.

O governo municipal, a prefeita Dinair Veloso e os vereadores da base governista na Câmara de Timon, poderia muito bem ter evitado mais um desgaste administrativo e politico como o que ocorreu ontem, 18, com a polêmica tumultuada e desgastante proposta de reajuste enviado pelo Executivo para o salário dos agentes de saúde e endemias de Timon, se pelo menos, dessa vez, aprovasse uma emenda proposta pela CCJ em atualizar com base em salários mínimos como quer as categorias e não em valor como era o projeto do executivo, que deveria transcorrer em regime de urgência, ser aprovado ou não. mas por ausência dos vereadores do plenário após iniciada a discussão e com discursos de concordância da emenda por parte da oposição e discordância por parte dos governistas. O que se viu a partir de então, foi toda polêmica descambar para um baixaria.

Ao justificar seu voto contra o projeto ou à emenda proposta pela CCJ de alterar a proposta de reajuste com base no salário mínimo, o vereador Chagas Cigarreira acabou entregando o verdadeiro motivo da recusa do governo: “Se nós aprovarmos da forma que a emenda pede, nós vereadores perdemos nosso valor, e o que estaremos fazendo aqui”. Foi essa forma de argumento que o vereador governista justificou seu voto, pois segundo os discursos dos opositores, aprovando com base no mínimo, os agentes não precisariam, no próximo ano, mendigando ao voto dos vereadores para aprovarem um proposta que vem do governo federal e eles perderiam essa poder de negociar, e mal negociar como foi o que aconteceu na sessão de ontem.

O vereador e presidente da Câmara Uilma Resende, que até outro dia fazia parte da base governista, chegou a sugerir aos vereadores governistas que evitassem o desgaste o profundo incômodo que os vereadores estavam sofrendo dentro do plenário afirmando que se os vereadores não quisessem passar por aquele vexame imposto pelo governo bastavam aprovar o projeto e deixar a responsabilidade do vetá-lo para a Prefeita Dinair Veloso.

O desgaste tomou uma repercussão enorme em todos os setores da mídia devido o trabalho dos agentes, que sol a sol, com chuva, sem ou com estradas, estão em campo tentando combater e minimizar o sofrendo da população com um trabalho árduo de prevenção às doenças e que não teve o reconhecimento dos vereadores e do governo como um todo, que ao invés de reconhecer isso, jogou por terra todo o discurso que prega e vem pregando quanto o assunto é a classe trabalhadora.

Para ter ideia da dimensão do desgaste que sofreu e vem sofrendo o governo com essa atitude politica e administrativa ontem, ontem mesmo, segundo informações repassadas ao blog, o governo protocolou alterações no projeto e devolvendo-o à Câmara e usando, para, “não torcer o braço”, o mesmo argumento sugerido e defendido pela oposição para que todos aprovem a proposta de reajustar o salário da categoria em dois salários mínimos. O projeto deve ser votado nesta quarta-feira.

Enquanto se prevalecer a interferência externa na gestão municipal, politicamente o governo e todos os aliados políticos ainda irão sofrer mais desgastes junto à população.

Veja abaixo alguns dos vídeos que desgastaram ainda mais o governo municipal:

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O governo municipal, a prefeita Dinair Veloso e os vereadores da base governista na Câmara de Timon, poderia muito bem ter evitado mais um desgaste administrativo e politico como o que ocorreu ontem, 18, com a polêmica tumultuada e desgastante proposta de reajuste enviado pelo Executivo para o salário dos agentes de saúde e endemias de Timon, se pelo menos, dessa vez, aprovasse uma emenda proposta pela CCJ em atualizar com base em salários mínimos como quer as categorias e não em valor como era o projeto do executivo, que deveria transcorrer em regime de urgência, ser aprovado ou não. mas por ausência dos vereadores do plenário após iniciada a discussão e com discursos de concordância da emenda por parte da oposição e discordância por parte dos governistas. O que se viu a partir de então, foi toda polêmica descambar para um baixaria. Ao justificar seu voto contra o projeto ou à emenda proposta pela CCJ de alterar a proposta de reajuste com base no salário mínimo, o vereador Chagas Cigarreira acabou entregando o verdadeiro motivo da recusa do governo: "Se nós aprovarmos da forma que a emenda pede, nós vereadores perdemos nosso valor, e o que estaremos fazendo aqui". Foi essa forma de argumento que o vereador governista justificou seu voto, pois segundo os discursos dos opositores, aprovando com base no mínimo, os agentes não precisariam, no próximo ano, mendigando ao voto dos vereadores para aprovarem um proposta que vem do governo federal e eles perderiam essa poder de negociar, e mal negociar como foi o que aconteceu na sessão de ontem. O vereador e presidente da Câmara Uilma Resende, que até outro dia fazia parte da base governista, chegou a sugerir aos vereadores governistas que evitassem o desgaste o profundo incômodo que os vereadores estavam sofrendo dentro do plenário afirmando que se os vereadores não quisessem passar por aquele vexame imposto pelo governo bastavam aprovar o projeto e deixar a responsabilidade do vetá-lo para a Prefeita Dinair Veloso. O desgaste tomou uma repercussão enorme em todos os setores da mídia devido o trabalho dos agentes, que sol a sol, com chuva, sem ou com estradas, estão em campo tentando combater e minimizar o sofrendo da população com um trabalho árduo de prevenção às doenças e que não teve o reconhecimento dos vereadores e do governo como um todo, que ao invés de reconhecer isso, jogou por terra todo o discurso que prega e vem pregando quanto o assunto é a classe trabalhadora. Para ter ideia da dimensão do desgaste que sofreu e vem sofrendo o governo com essa atitude politica e administrativa ontem, ontem mesmo, segundo informações repassadas ao blog, o governo protocolou alterações no projeto e devolvendo-o à Câmara e usando, para, "não torcer o braço", o mesmo argumento sugerido e defendido pela oposição para que todos aprovem a proposta de reajustar o salário da categoria em dois salários mínimos. O projeto deve ser votado nesta quarta-feira. Enquanto se prevalecer a interferência externa na gestão municipal, politicamente o governo e todos os aliados políticos ainda irão sofrer mais desgastes junto à população. Veja abaixo alguns dos vídeos que desgastaram ainda mais o governo municipal: