Declínio eleitoral dos Leitoas chega ao auge em 2022 com derrota para governo e assembleia do MA

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Com a perda do governo estadual e vaga na Assembleia as derrotas do grupo estão cada vez mais evidentes e iminentes.

Os dados, os números são irrefutáveis, e eles nos baseiam, como comparativos para as  tomadas de decisões, iniciativas planos e para obediência à uma norma da numerologia. Portanto, dito isto, observamos os números desta e de eleições passadas. O que eles querem nos dizer neste momento, pode ser que daqui ao algum tempo tudo isso mude, se intensifique ou arrefeça, mas o tempo de agora tem significado.

Falamos pois dos resultados, dos números das eleições proporcionais e majoritárias e o que eles podem significar no atual contexto, onde na politica existe os vencedores e os que são derrotados pelos números, ou seja, pelos votos.

Tomando como base os dados comparativas das eleições passadas, a partir de 2014, quando  estava no poder o Grupo Leitoa, e as eleições proporcionais, em que mais se identifica o grupo com  os  nomes que apoiam, observa que existe um declínio na quantidade de votos apurados e na transferidos para os candidato a deputados estadual e federal a partir de então até a última eleição em outubro próximo. Veja o quadro:

Alguns fatores podem chegar a esse declínio, e o mais marcante registrado com efeito em 2022, seria o rompimento, em 2020 do Deputado Rafael com a família e com grupo, mas mesmo assim e, observando os dados pode-se concluir que existe o fato de que o eleitor timonense não quer mais votar nos candidatos indicados pelo grupo, tanto para os cargos proporcionais quanto para os majoritários e o exemplo desta afirmação é exatamente a votação pífia do senador Weverton Rocha para o governo, em Timon, onde ele ficou atrás do governador Carlos Brandão por mais de 10 mil votos, uma diferença absurda e comparativa em se tratando de votação dada a um candidato apoiado pelos Leitoas em Timon. Além disso, o terceiro nome votado na cidade também teve votação crescente, num indicativo ainda maior que o povo não quer mais votar nos candidatos apontados pelo grupo.

O declínio eleitoral  dos  leitoas, com a derrota expressiva pela disputa para o vaga na Assembleia Legislativa, o principal foco de permanência no poder politico do grupo, não só evidencia a perda de força politica, mas a perda do poder que está cada vez mais iminente com a aproximação das disputas eleitorais e com os incentivos que a próxima disputa terá: a de prefeito e com a oposição demonstrando cada vez mais que poderá ir para uma disputa em pé de igualdade e deixando que o candidato da prefeitura possa amargar um terceiro lugar em 2024.

Aguardem!

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Os dados, os números são irrefutáveis, e eles nos baseiam, como comparativos para as  tomadas de decisões, iniciativas planos e para obediência à uma norma da numerologia. Portanto, dito isto, observamos os números desta e de eleições passadas. O que eles querem nos dizer neste momento, pode ser que daqui ao algum tempo tudo isso mude, se intensifique ou arrefeça, mas o tempo de agora tem significado. Falamos pois dos resultados, dos números das eleições proporcionais e majoritárias e o que eles podem significar no atual contexto, onde na politica existe os vencedores e os que são derrotados pelos números, ou seja, pelos votos. Tomando como base os dados comparativas das eleições passadas, a partir de 2014, quando  estava no poder o Grupo Leitoa, e as eleições proporcionais, em que mais se identifica o grupo com  os  nomes que apoiam, observa que existe um declínio na quantidade de votos apurados e na transferidos para os candidato a deputados estadual e federal a partir de então até a última eleição em outubro próximo. Veja o quadro: Alguns fatores podem chegar a esse declínio, e o mais marcante registrado com efeito em 2022, seria o rompimento, em 2020 do Deputado Rafael com a família e com grupo, mas mesmo assim e, observando os dados pode-se concluir que existe o fato de que o eleitor timonense não quer mais votar nos candidatos indicados pelo grupo, tanto para os cargos proporcionais quanto para os majoritários e o exemplo desta afirmação é exatamente a votação pífia do senador Weverton Rocha para o governo, em Timon, onde ele ficou atrás do governador Carlos Brandão por mais de 10 mil votos, uma diferença absurda e comparativa em se tratando de votação dada a um candidato apoiado pelos Leitoas em Timon. Além disso, o terceiro nome votado na cidade também teve votação crescente, num indicativo ainda maior que o povo não quer mais votar nos candidatos apontados pelo grupo. O declínio eleitoral  dos  leitoas, com a derrota expressiva pela disputa para o vaga na Assembleia Legislativa, o principal foco de permanência no poder politico do grupo, não só evidencia a perda de força politica, mas a perda do poder que está cada vez mais iminente com a aproximação das disputas eleitorais e com os incentivos que a próxima disputa terá: a de prefeito e com a oposição demonstrando cada vez mais que poderá ir para uma disputa em pé de igualdade e deixando que o candidato da prefeitura possa amargar um terceiro lugar em 2024. Aguardem!