Reunião do PMDB levanta divergência no partido

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Uma reunião do PMDB, na qual estiveram presentes a executiva estadual e parlamentares eleitos, culminou na determinação de um novo encontro, desta vez com a participação de partidos aliados, que apoiaram a candidatura de Lobão Filho (PMDB) em 2014. Apesar do esforço, a orientação final quanto ao posicionamento na Assembleia Legislativa ainda é incerta.

A reunião foi marcada por um embate entre dois dos quatro deputados estaduais eleitos pela legenda: Roberto Costa (PMDB) e Andrea Murad (PMDB). Os dois, que chegaram a discutir, com a intervenção do pai da deputada, Ricardo Murad, defendem posições antagônicas em relação à Assembleia Legislativa.

Na discussão, o deputado Ricardo Murad sugeriu que o partido publicasse nota afirmando veto à candidatura de Humberto Coutinho e também anúncio de candidatura própria. A sugestão foi derrubada pela executiva estadual, que entendeu que o caminho é o diálogo com partidos aliados.

Andrea Murad manteve o posicionamento único de veto à candidatura do deputado Humberto Coutinho (PDT). “Eu veto o nome de Humberto Coutinho. Acredito que o nome dele seja uma imposição do Palácio”, afirmou insinuando que o governador Flávio Dino e aliados estariam articulando a presidência da Assembleia. A deputada eleita disse que, assim como seu pai, também acredita na possibilidade do lançamento de uma candidatura própria.

Roberto Costa, por sua vez, afirma que o momento não se trata de relação direta com o governo e sim o de refletir e reivindicar espaços na Mesa Diretora, proporcionais à representação da bancada peemedebista. “Eu não veto o nome do Humberto porque não está em discussão uma relação com o governo estadual. Somos poderes independentes. Temos que garantir e reivindicar o espaço que nos é de direito, como prevê o próprio regimento interno”, disse Costa.

Os presentes na reunião, que foi fechada para membros da executiva e parlamentares eleitos, relataram que ela foi marcada pelo embate ferrenho entre o Roberto Costa, Andrea Murad e Ricardo Murad. Comenta-se que fatos passados, como o fracasso da viabilização de Ricardo Murad para a presidência da Assembleia, em 2011, foi pauta que veio à tona em meio às agressões e foi um dos motivos que fez o grupo repensar em não lançar candidatura própria.

O presidente da legenda, Remi Ribeiro (PMDB), relatou que a definição da postura da bancada de estaduais somente será definida após conversa com aliados. “Esse posicionamento fica para a semana que vem, mas o caminho agora é o de seguir com o diálogo com os partidos aliados”, informou.

 

Edição: Veja Timon

Imagem: Divulgação

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